CEI Thomé

CEI Ver. Joaquim Thomé Filho – DRE JT


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As crianças querem brincar mais!!!

Convidamos a todos: pais, familiares e comunidade a doarem fantasias e brinquedos novos ou usados em bom estado para ajudar em nossas brincadeiras no CEI Vereador Joaquim Thomé Filho.

A brincadeira é a oportunidade do desenvolvimento para as crianças, pois através do brincar ela aprende, experimenta o mundo, as possibilidades, relacionam-se, elaboram sua autonomia e emoções.

Todos juntos somos mais! Colabore e faça parte dessa proposta! Esperamos sua doação, procure o posto de arrecadação que se localiza no CEI  Vereador Joaquim Thomé Filho.

As doações acontecerão no período de 12/06 a 29/06, nos horários de entrada e saída dos bebês e das crianças, tornando-se parte integral do acervo do CEI.

Equipe CEI Thomé Filho

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SME ouve pais e alunos em enquete online sobre o uniforme das escolas municipais

Objetivo da ação é estimular o debate sobre o kit entregue aos alunos de Educação Infantil e Ensino Fundamental e Médio

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A Secretaria Municipal de Educação (SME) promove uma enquete online para ouvir a opinião da comunidade escolar sobre a composição dos kits de uniforme entregues gratuitamente aos alunos da rede. A ação faz parte de uma série de consultas que a SME está fazendo para criar uma cultura de participação sobre diversos temas.

No questionário há perguntas sobre a obrigatoriedade do uso de uniforme escolar, a quantidade de peças oferecidas e a qualidade dos itens. O objetivo é ouvir a comunidade sobre o que pode ser aprimorado no kit de uniforme entregue aos alunos.

A enquete está disponível até o dia 12 de junho, no site do programa Pátio Digital (patiodigital.prefeitura.sp.gov.br/enquetes). Podem participar alunos, pais, professores e equipe escolar da rede municipal. Não é preciso se identificar.

Atualmente, a Rede Municipal de Ensino (RME) fornece o kit de uniforme escolar a todos os alunos matriculados nas Escolas Municipais de Educação Infantil (EMEI), Escolas Municipais de Ensino Fundamental (EMEF), Escolas Municipais de Educação Bilíngue para Surdos (EMEBS) e Escolas Municipais de Ensino Fundamental e Médio (EMEFM).

São distribuídas todo ano cerca de cerca de 10 milhões de peças. Cada kit contém cinco camisetas, cinco pares de meia, uma jaqueta, um blusão, uma calça, uma bermuda e um par de tênis.

Pátio Digital – A pesquisa sobre o uniforme faz parte do Pátio Digital, Política de Governo Aberto da SME lançada em 18 de abril. Por meio da colaboração entre governo e sociedade, da inovação tecnológica e de transparência, a SME vai realizar uma série de ações para a melhoria da educação pública municipal. O projeto prevê a abertura de dados públicos, encontros abertos à participação de quaisquer interessados, desenvolvimento de aplicativos e lançamento de editais para a cooperação técnica em pesquisa.

Fonte: http://portal.sme.prefeitura.sp.gov.br//Main/Noticia/Visualizar/PortalSMESP/SME-ouve-pais-e-alunos-em-enquete-online-sobre-o-uniforme-das-escolas-municipais


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Viradinha 2017: nem os bebês vão ficar de fora

AGENDA – Catraquinha
FONTE: https://catraquinha.catracalivre.com.br/sp/agenda/barato/viradinha-2017-nem-os-bebes-vao-ficar-de-fora/

A Virada Cultural 2017 acontecerá entre 18h de 20 de maio, sábado, até 18h do dia 21, domingo. Este ano, grande parte das atividades musicais da Virada Cultural 2017 será fora do eixo central da cidade. Lugares como Chácara do Jockey, na zona sul, e Sambódromo, na zona norte, receberão palcos maiores.

Já listamos aqui os destaques da programação para a criançada. Mas, também não podemos esquecer dos bebês!

Confira três atividades direcionadas aos bebês durante a Viradinha

  • Sesc Belenzinho
    20 e 21 de maio. Sábado, 18h às 23h55. Domingo, 11h às 18h.

Caixa Caixinha e Encaixe. Encaixar, desencaixar, alinhar, experimentar os tamanhos e formatos, testar possibilidades de construção e tantas outras invenções. A proposta é a exploração de encaixes de diversas caixas de papelão de formas e tamanhos diferenciados. Com Volta e Meia – Projetos Lúdicos para crianças de até cinco anos.

  • Biblioteca Monteiro Lobato – 21 de maio

12h – Oficina  Oficina Música para bebês
14h – Oficina  Oficina para bebês com tintas


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Viradinha 2017: tudo o que você não pode perder

AGENDA – CATRAQUINHA
FONTE: https://catraquinha.catracalivre.com.br/sp/agenda/gratis/viradinha-2017-tudo-o-que-voce-nao-pode-perder/

A Virada Cultural 2017 acontecerá entre 18h de 20 de maio, sábado, até 18h do dia 21, domingo e teve a sua programação revelada pela Prefeitura de São Paulo na tarde desta segunda-feira, 8.

Este ano, grande parte das atividades musicais da Virada Cultural 2017 será fora do eixo central da cidade. Lugares como Chácara do Jockey, na zona sul, e Sambódromo, na zona norte, receberão palcos maiores.

A Viradinha, que traz uma programação especial voltada para crianças, acontece em diversos espaços da cidade. Na Biblioteca Monteiro Lobato haverá atividades de pintura de rosto, além de espetáculos como “A Princesa Engasgada”, da Fantástica Trupe.

No Parque Chácara do Jockey, as crianças e a família podem conferir os shows infantis “Beatles para crianças”, grupo que apresenta canções do quarteto de Liverpool de forma divertida; os Irmãos Becker, com apresentações de circo malabarístico, e o espetáculo “Bichos do Brasil”, da PiA FraUs.

Já no Centro de Formação Cultural de Cidade Tiradentes recebe o show do Kiss for Kids, que traz músicas da banda de rock Kiss. No Largo do Rosário, na Penha, haverá espetáculos interativos como “Mad Science” e baile de frevo, enquanto na Praça do Campo Limpo e no Parque do Carmo acontecem atividades de contação de histórias e oficinas.

Espaços culturais

No Sesc Campo Limpo, a cantora Mc Soffia, rima e chama as crianças para interagirem em seu show. Na Ocupação Sesc Parque Dom Pedro terá um de circo onde crianças, jovens e adultos podem interagir com a ajuda de monitores especializados, que orientam e estimulam o participante a conquistar novas habilidades corporais através da brincadeira. Já o Sesc Santana recebe uma programação de teatro: o espetáculo “Sobre o Voo” conta a história de um menino persistente que acreditava que o homem poderia voar, em um tempo que só se andava a cavalo, de trem ou navio.

Confira os destaques da programação

21/5 – Biblioteca Monteiro Lobato

16h30 – Contação de histórias com Kiara Terra
10h – Intervenção Pintura de rosto
16h – Intervenção Pintura corporal
15h – A princesa engasgada
17h – Grupo Triii

21 / 5 – Parque Chácara do Jockey

Palco

11h30 – Beatles para Crianças
13h – Irmãos Becker
14h – Bichos do Brasil – Pia Fraus

21 / 5 – Centro de Formação Cultural de Cidade Tiradentes

Palco pequeno

13h – Kiss for Kids

21/5 – Largo do Rosário

10h Cênicas La Mínima
11h Música Arrastão de Frevo

21/5 – Parque do Carmo

11h – Contação de Histórias Heróis Brasileiros: Macunaíma e Pedro Malasartes
12h – Contação de Histórias Heróis Brasileiros: Macunaíma e Pedro Malasartes
11h – Oficina Oficina de Abayomi

20/5 – Sesc Campo Limpo

18h – Mc Soffia

21/5 – Ocupação Parque Dom Pedro II

14h – Ocupação Circo

21/5 – Sesc Santana

14h –  Teatro Sobre o Voo

21/5 – Sesc Santo Amaro

16h – Teatro Meu Amigo Inventor

  • Confira aqui a programação completa


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Mordidas na creche – Conheça medidas para evitar o problema e como reagir quando ele acontece

Nada mais corriqueiro no cotidiano das creches do que uma criança tascar uma mordida em outra. “Essas ocorrências são naturais na Educação Infantil. O que não exime a escola de fazer de tudo para que não se repitam”, defende Ana Paula Yazbek, coordenadora do Espaço da Vila, em São Paulo, e formadora de professores.

Ainda que desprovida de má intenção, a mordida é uma agressão, provoca dor e deixa marca. Por isso, precisa ser combatida. O primeiro passo é identificar as situações em que acontece. “Ela pode significar muitas coisas: demonstração de carinho – por vezes, aprendida em casa, com os pais – ou de interesse pelo colega, disputa por brinquedo, irritabilidade, tédio e até um meio de chamar a atenção”, lista Ana Paula. “Não podemos esquecer que nessa faixa etária os pequenos estão desbravando o mundo por meio da via oral”, acrescenta Cisele Ortiz, coordenadora de projetos do Instituto Avisa Lá.

Cientes desses diferentes aspectos, as educadoras do CEIM Cristo Rei, em Chapecó, a 545 quilômetros de Florianópolis, inseriram o tema no projeto político-pedagógico (PPP) e no planejamento dos 21 docentes do berçário e 20 do maternal.

“O ponto de partida foi conversar com as famílias para explicar o porquê das mordidas, mostrar a normalidade delas no desenvolvimento infantil e assegurar que seriam feitas intervenções pedagógicas para evitá-las”, conta a coordenadora pedagógica Juliana Sive Pommerening. Pais e responsáveis foram chamados a uma palestra na escola, organizada com base no textoMordidas: Agressividade ou Aprendizagem?, do livro Os Fazeres na Educação Infantil (Maria Clotilde Rossetti- Ferreira, Telma Vitória, Ana Maria Mello, Adriano Gosuen e Ana Cecília Chaguri, 208 págs., Ed. Cortez, tel. 11/3611-9616, 52,20 reais).

As educadoras esclareceram que praticamente todas as crianças, entre 1 e 3 anos, em algum momento, usaram ou usarão tal conduta. Disseram também que esse recurso praticamente desaparece quando a linguagem está mais desenvolvida e enfatizaram que ficariam atentas. “Quando a mordida ocorre, é comum as famílias acharem que o filho não está sendo devidamente cuidado. Daí a importância do engajamento e da transparência por parte da instituição”, diz Ana Paula.

Além da parceria com os pais, o CEIM incluiu o tema na rotina e passou a ter um trabalho minucioso tanto para tentar evitar as mordidas quanto para fazer as intervenções necessárias quando ela acontece. A atenção com relação ao problema permeou as diversas atividades realizadas, desde os momentos de leitura até as brincadeiras. Como explica Ana Paula, as ações nesse sentido devem ser parte do dia a dia escolar.

 

Olhar atento dia após diaGravura de crianças mordendo objetos e até a página

“No início do ano letivo, ocorreram vários casos motivados por disputa de brinquedos e questões afetivas”, exemplifica Tatiana Bonato, que leciona para duas turmas de berçário. Sempre que episódios assim ocorriam, a educadora acalmava a vítima e, na sequência, conversava com quem tinha mordido. Em geral, o agredido não entende o porquê daquilo. E o autor do gesto não o vê necessariamente como uma violência. “Orientamos as professoras a confortar a criança ferida e mostrar ao colega o que ele fez. É importante que ele perceba a consequência da ação, mesmo sem ter tido intenção de machucar”, diz a coordenadora. Olhar para os meninos e meninas e dizer frases como “Não pode. Dói”, sem gritar, é uma boa opção. Com isso, espera-se que eles vão compreendendo que morder não pode ser a melhor forma de se comunicar.

Vale, também, mapear o primeiro evento, fazendo uma análise detalhada. Como a mordida se deu? A dupla estava brincando? Havia mais gente junto? Um deles estava ansioso para pegar o brinquedo? Ou animado, gargalhando? Havia indícios de irritabilidade? Assim, a educadora vai levantando pistas que auxiliam na compreensão do caso e ajudam a rever a organização das atividades em sala. Como diz o texto Mordidas: Agressividade ou Aprendizagem?, “para acabar com o problema, é preciso pensar sobre a rotina, o espaço, a quantidade e a variedade de brinquedos. Estar atento aos detalhes. Muitas vezes, são eles os fatores desencadeadores de mordidas”.

 

Quando o problema se repete

Mesmo com esses cuidados, casos de mordidas sistemáticas podem se dar e demandam uma atenção redobrada dos educadores. “Este ano, tivemos vários, protagonizados pelas mesmas crianças”, relata Tatiana. Em vez de recriminar os pequenos, a professora deixou que brincassem normalmente com a turma, mas passou a sentar próxima e ficar de olho para evitar novos episódios. Na visão de Ana Paula, este é o procedimento ideal: evitar colocar a criança de castigo e se manter por perto. A docente deve ainda se antecipar para oferecer algum brinquedo ou sugerir uma atividade, como pegar cada um pelas mãos para que, juntos, partilharem um livro, uma dança, uma bola etc. “Quem antes ia morder para obter o brinquedo percebe a presença do adulto observando e intervindo. Com isso, reduz-se a probabilidade de um novo incidente.”

Outra preocupação de Tatiana foi cuidar para que os que mordem mais não fossem rotulados. “Estereotipar é muito perigoso porque desde cedo a turma percebe comportamentos e características marcantes dos colegas e os que já são um pouco mais velhos comentam entre si”, esclarece a docente. Passar o sermão clássico de “bom menino não morde os outros” tampouco é uma postura aceitável.

A educadora e a coordenadora optaram ainda por conversar com as famílias dos que mais mordiam e colocá-las a par do que estava acontecendo. “Chamamos os pais e falamos sobre as ocasiões das abocanhadas, orientando-os a respeito do trabalho desenvolvido na escola e trocando ideias sobre as possibilidades para evitá-las”, relata a docente. O mesmo procedimento costuma ser adotado com relação aos que são mordidos. A escola conta com uma agenda de comunicação com os pais e faz reuniões com os responsáveis, por turmas, para explicar esses e outros fatos rotineiros. Quando o ataque é mais forte e deixa marcas, a coordenadora ou a educadora responsável pela turma liga para a família e explica o que houve, dizendo que pode vir buscar a criança um pouco antes do horário de saída e que estarão disponíveis para atendê-la. “Evitamos, assim, a surpresa da mãe que vai pegar o filho e o encontra machucado”, esclarece Juliana.

Ao longo do ano, com essas intervenções diárias, as educadoras do CEIM notaram não só uma drástica redução dos incidentes como também uma maior compreensão dos pais sobre o problema e o empenho deles em ajudar. “Grande parte passou a entender que a mordida não é uma agressão nem fruto do descuido das professoras da creche”, frisa Juliana.

O que fazer:

  1. Conversas iniciais Chame as famílias, diga que as mordidas são comuns na creche, mas que a escola está comprometida em evitá-las. Explique as intervenções feitas nesse sentido.
  2. Acudindo os pequenos Quando a mordida ocorre, acalme a vítima e, em seguida, explique para o colega dela que seu ato resultou em dor e choro, mesmo sem a intenção de machucar. Assim, todos vão compreendendo que morder não é uma boa forma de se expressar.
  3. De olho na repetição Quem morde deve seguir brincando com os demais. Para tanto, fique próximo, redobrando a atenção e propondo novas formas de brincar. Jamais coloque a criança de castigo.

Fonte: https://novaescola.org.br/conteudo/11/mordidas-na-creche